terça-feira, janeiro 18, 2022
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    Polos de comércio estimulam a concorrência espontânea

    18/08 – Júlia Lewgoy / Jornal do Comércio
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    Um começa primeiro, cria o seu ponto e atrai a clientela. O outro vê que a quitanda está dando certo e se aprochega. Quando outros se aproximam, a vizinhança de concorrentes passa a ser um ponto compartilhado, lembrado pelos consumidores. Os comerciantes vendem o mesmo tipo de mercadoria ou serviço, lado a lado, e optam por isso espontaneamente, sem o planejamento de órgãos públicos ou de instituições privadas. A lógica por trás dos polos de comércio especializado, os chamados clusters do varejo, é simples e quase intuitiva: já que a concorrência existe de qualquer jeito, estando perto ou longe, é melhor utilizá-la a favor do negócio.
    Os exemplos em Porto Alegre vêm facilmente à memória: os bares e restaurantes na rua Padre Chagas e na Cidade Baixa, as concessionárias de veículos nas avenidas Ipiranga e Assis Brasil, o comércio de luminárias na rua São Pedro, as lojas de eletrônicos na avenida Alberto Bins, as óticas da rua General Vitorino e por aí vai. Um dos mais antigos clusters de varejo da Capital é o polo de autopeças da Azenha. Só na primeira quadra, são 13 lojas de acessórios para carros, sem um sequer respiro entre um estabelecimento e outro, além dos amontoados de autopeças nas ruas transversais e nas quadras seguintes.
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