segunda-feira, janeiro 17, 2022
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    Política sobre pagamento por serviços ambientais é importante para o país, avalia CNI

    Nova política, aprovada na segunda-feira (21) na Câmara, estimulará conservação e dará segurança jurídica a relações que envolvam pagamentos por serviços ambientais, que continuam a ser voluntários

    A Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais, aprovada na sexta-feira (18) na Câmara dos Deputados, resgata um instrumento econômico importante previsto na Política Nacional de Meio Ambiente. Na avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o pagamento por serviços ambientais é oportuno e fundamental para estimular a conservação do meio ambiente e dará segurança jurídica a provedores e pagadores de serviços ambientais.

    A nova legislação, que segue para sanção presidencial, prevê a possibilidade de o provedor de serviços ambientais receber benefícios por recuperar, proteger ou promover melhorias dos serviços ecossistêmicos. Exemplos desses serviços são a criação de reservas ecológicas, a manutenção de área de preservação permanente e reserva legal, a formação de corredores ecológicos e a adequação de rodovias à passagem de animais silvestres.

    Segundo a diretora de Relações Institucionais da CNI, Mônica Messenberg, o pagamento por serviços ambientais tem sido bem sucedido em outros países e contribui para o avanço do uso de instrumentos econômicos na área ambiental, que são complementares a ações de comando e controle.

    "A nova política é positiva porque mantém o caráter voluntário do pagamento por serviços ambientais" - Mônica Messenberg, diretora de Relações Institucionais da CNI
    “A nova política é positiva porque mantém o caráter voluntário do pagamento por serviços ambientais” – Mônica Messenberg, diretora de Relações Institucionais da CNI

    O pagamento por serviços ambientais estava previsto no Código Florestal, aprovado em 2012. Além disso, unidades da federação aprovaram normas próprias para tratar do tema. Alguns estados, como Amazonas, Acre e Espírito Santo, têm legislações com mais de dez anos. “Por isso, é importante que o novo marco regulatório não iniba as experiências exitosas nos estados”, complementa Mônica.

    Por: Maria José Rodrigues / Agência CNI de Notícias

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