segunda-feira, janeiro 17, 2022
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    Em busca de negócios

    18/06 – Representantes da Prefeitura de São Paulo e da Brain (associação de empresas e entidades, como a BM&FBOVESPA) reúnem-se hoje na sede do Banco Mundial, com o coordenador do ranking Doing Business, Jean Lobet.
    O objetivo é discutir critérios da pesquisa. Atualmente, o país é o 130º, entre 185 economias avaliadas.
    “O Brasil piorou quatro posições na última medição, mas não está tão mal”, diz Paulo Oliveira, diretor-presidente da entidade, que participará da reunião com Marcos Cruz, o secretário municipal de Finanças.

    “O país avançou em áreas não detectadas pela pesquisa, como proteção a investidores, acesso ao crédito e à eletricidade”, acrescenta.
    Um dos itens em que o país é mal avaliado é na abertura de empresas, afirma Oliveira.
    “Leva cerca de quatro meses para fazer o registro de uma empresa e o principal gargalo, responsável por atraso de aproximadamente 90 dias, está na prefeitura, que vai promover mudanças.”
    O ranking não favorece indicadores em que o Brasil vai bem. “Um exemplo é o crédito: temos a alienação fiduciária, mas valorizam o aval.”
    Mercado Aberto
    Maria Cristina Frias [email protected]
    Fonte: Folha de S.Paulo / por Fenacon
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