Revisão do Código Tributário de Goiânia é discutida na Fecomércio

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O presidente do Sescon-Goiás, Edson Cândido Pinto e a Gestora de Ações Sindicais, Sucena Hummel, participaram do café da manhã, na quarta-feira (24), na sede da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio/GO), onde foi discutida a proposta de revisão do Código Tributário de Goiânia, que tramita na Câmara Municipal. Presidentes de sindicatos, de associações, membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico de Goiânia (Codese), técnicos da Federação e demais presentes trocaram opiniões sobre a matéria e apontaram e discutiram reivindicações e contribuições do setor para a elaboração final da lei.

Ao conduzir a reunião, o presidente do Sindicato da Habitação do Estado de Goiás (Secovi/GO), Ioav Blanche, detalhou o caminho da proposta no Legislativo, atualmente em discussão na Comissão de Constituição e Justiça. Ioav assinalou que a revisão do Código é muito importante para Goiânia, para as empresas e para os sindicatos. Ressaltou que a Fecomércio vai apresentar suas sugestões para os vereadores. Para isso, foi recomendado que cada sindicato faça também reuniões sobre o tema, durante esta semana. “Vamos continuar mobilizados e a Federação vai elaborar um texto com todas as nossas reivindicações reunidas, que será entregue de forma oficial na Câmara ”, explicou.

Edson Cândido Pinto, presidente do Sescon-Goiás, ressalta que é de extrema importância a participação das entidades de classe e também da sociedade. “Isso é um dos elementos essenciais para que a política da cidade não seja vista unicamente sob um olhar técnico e sim, abranger o aspecto humano que envolve a cidade e seus diversos problemas, pois cada um enfrenta uma jornada árdua em seu dia a dia”, conclui.

Resumindo um dos pensamentos mais externados durante a reunião, o presidente do Codese, Carlos Alberto Moura, afirmou que o que se espera é que a revisão da lei busque mais equilíbrio na arrecadação. “Queremos que Goiânia seja uma cidade competitiva, que permita ao empregador gerar emprego e renda e a cidade arrecadar impostos justos. Temos que aumentar a base de arrecadação e não os impostos. Todo mundo tem que pagar para que o imposto seja justo, socialmente equilibrado”, assinalou.

Por Fecomércio / Sescon GO

 

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