Cadê o meu dinheiro que estava aqui?

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Aplicativo do IBPT organiza gastos e aponta perfil econômico do usuário

É sempre assim, o mês está na metade, mas o dinheiro acabou. E quando não acabou, você está usando o que ainda resta em doses homeopáticas. Toda vez que o salário “cai na conta”, a prioridade é pagar aquelas despesas essenciais, como luz, água, telefone, internet, aluguel e as compras de supermercado e, no final das contas, sobrou alguma coisa? “Sobra mês no fim do salário”, diz um velho ditado popular…

De acordo com dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a renda média do brasileiro é de R$ 1.373,00. É desse montante que deve sair o custeio das necessidades básicas, e como fazer para que o dinheiro não vá pelo ralo tanto nas contas fixas quanto nas despesas do dia a dia?

“É o cafezinho que fica para depois e, muitas vezes, a roupa nova, que vai ter que esperar. Mais difícil ainda é quando saímos de casa com dinheiro na mão e no fim do dia não sabemos onde ele foi investido”, é o que afirma o coordenador de estudos do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, Gilberto Luiz do Amaral.

CONTROLE DE GASTOS NA PALMA DA MÃO
E foi pensando justamente na população, e na forma como ela faz uso do seu dinheiro, que o IBPT criou o aplicativo Citizen – Cidadão Contribuinte. Por meio dele, o usuário consegue ter uma dimensão de seus gastos e saber exatamente para onde seu dinheiro está indo. “É o primeiro aplicativo do Brasil a reunir as mais variadas informações sobre os hábitos de consumo do cidadão. Ali ele fica sabendo qual item custou mais caro, em qual estabelecimento suas compras foram mais vantajosas e com um diferencial único dos demais aplicativos que prometem o gerenciamento dos gastos: no Citizen, o usuário consegue saber quanto daquilo que ele pagou são tributos”, conta Amaral.

Protagonista em assuntos que estão diretamente ligados ao cotidiano do cidadão brasileiro, o IBPT é um dos responsáveis pelo projeto que se tornou Lei Federal nº 12.741/2012, que obriga o comerciante a colocar em local visível, seja na gôndola, cartazes, prateleiras ou nota fiscal o valor pago pelo consumidor em tributos.

“O Brasil está entre os países com a maior carga tributária do mundo. Arrecadamos valores muito altos em impostos, mas pouco retornamos para a população. É de fundamental importância que não sejamos omissos em relação ao que consumimos e quanto pagamos de impostos, e é para isso que criamos o Citizen, para estarmos cada vez mais cientes e conscientes do nosso papel como cidadão, consumidor e contribuinte”, afirma Amaral.

De interface simples e intuitiva, o Citizen não coleta informações como número do CPF, e nem mesmo o valor da sua renda mensal, uma vez que a função do aplicativo não é captar informações pessoais, mas servir como um auxiliar financeiro no controle e gerenciamento de gastos.

Disponível nas plataformas Android e iOS, após baixar o aplicativo e fazer o cadastro inicial, o usuário faz a leitura do QR Code da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) ou do código de barras do DANFE da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) de cada compra, podendo também lançar notas fiscais de meses anteriores. Por meio do app é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria. Após seis meses de uso constante, registrando compras em supermercados, farmácias, lojas, postos de combustíveis e restaurantes, o aplicativo identifica a inflação do usuário.

“A nossa meta é de que quatro mil pessoas façam a instalação e o uso do Citizen todos os meses. Dessa forma, estamos ajudando a população a ter educação financeira e a participar mais ativamente da sua vida como contribuinte”, conclui Amaral.

Por Descomplica Agência de Mídias

 

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