Cibersegurança: o que nos espera em 2018

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Especialistas da CenturyLink apontam as principais tendências em segurança para este ano

Recentemente a CenturyLink lançou seu report anual sobre segurança da informação. Este é um documento bastante rico em informações estatísticas sobre os ataques e ameaças à segurança da informação. A CenturyLink é hoje uma das maiores empresas de telecomunicações do mundo, com uma rede global com mais de 720.000 km interconectando mais de 60 países e milhares de clientes corporativos.

Esta visão geral do porte dos serviços é importante para termos uma dimensão mais adequada da quantidade de informações disponíveis que embasam os especialistas em suas conclusões. O material é público e pode ser consultado para uma leitura mais profunda, mas em resumo três aspectos principais são apontados:

1. A natureza dos ataques cibernéticos não irá mudar, mas as táticas sim:

As empresas ainda enfrentarão ataques de malware, ransomware e DDoS. Esta natureza não deve mudar drasticamente, mas a forma como serão implementadas, sim.

Em essência, os ataques continuarão procurando sistemas e senhas fracas para aproveitar brechas de segurança, mas serão empregados esforços para modificar detalhes de sua implementação para ocultar melhor suas atividades através de novas técnicas como o uso de redes P2P anônimas ou VPNs.

Sistemas em rápido crescimento e evidência, como ambientes de IoT, ou mesmo estruturas de criptomoedas tendem a ser alvos de ataques ao longo do ano. Tanto ataques para derrubar ambientes, quanto ataques diretos para roubo de ativos virtuais.

2. A transformação digital irá moldar a forma como as operações são asseguradas:

Um dos principais propulsores de negócios no Brasil e no mundo continuará sendo a Transformação Digital. Muito se discute sobre este assunto e muitas empresas estão executando ou planejando executar ações neste sentido ao longo do ano.

Na medida em que esta tendência amadurece no mercado, novos passos são dados pelas companhias em sua jornada pela transformação. Muito já se fez em termos de gestão dos negócios e comunicação e interação com clientes, e agora será a vez de reforçar a segurança dos ambientes.

Infraestruturas híbridas e gestão online de segurança serão tendências para buscar operações mais baratas e eficientes.

3. Tanto a colaboração quanto a legislação da indústria terão papéis decisivos para proteger a internet globalmente:

Haverá maior integração entre as comunidades de pesquisa. Levando em consideração que eventos cibernéticos de grande escala, ocorridos no ano passado, impactaram diferentes indústrias e grandes redes de empresas em todo o mundo. Isso incentiva o trabalho unificado para detecção e prevenção de ameaças.

Finalizando, a implementação de leis e marcos legais em diferentes países ao redor do mundo contribui para a implementação e gestão de redes mais seguras. Isto deve reduzir o tempo que as empresas levam para adequar-se às mudanças e levar a um ambiente de maior proteção às informações.

Por CenturyLink

 

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